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[08/05 10:09]
Fecundação

Tudo começa no ovário, que é uma massa em ebulição lenta e constante. Dentro dele formam-se continuamente bolhas - os folículos dentro das quais amadurecem uns caroçinhos chamados oócitos (oo = ovo; cito = célula), que ao se desenvolverem transformam-se em óvulos. Folículo e oócito crescem lentamente, o primeiro um pouco mais depressa. Quando alcança o dobro de seu volume primitivo, o oócito começa a apresentar uma membrana espessa e elástica, chamada zona pelúcida. O folículo que circunda o oócito cresce também e se aproxima da superfície do ovário, já então com o nome de folículo de Graaf. E o oócito dentro dele passa a chamar-se óvulo. Finalmente, como uma bolha pastosa, o folículo se rompe na superfície do ovário (mas não estoura) e libera o óvulo na cavidade abdominal (ovulação). O óvulo vagueia livre, circundado por material folicular que o acompanha e envolve como um chumaço: a coroa radiada, formada por uma aglomeração de pequeninas células).

Durante o período imediatamente anterior à liberação do óvulo, ocorre uma lenta aproximação mútua do pavilhão da trompa e do ovário. Segundo parece, os dois órgãos tentam encurtar a distância espacial a ser percorrida pelo óvulo, no trajeto ovário-trompa. Simultaneamente, a trompa começa a exercer movimentos que a percorrem toda, em ondulações rítmicas, no sentido pavilhão-útero. Mas o fator mais importante na captação e movimentação do óvulo provém dos movimentos ondulatórios dos cílios que forram o interior da trompa. Daí resulta a movimentação dos líqüidos abdominais, numa corrente dirigida para a cavidade uterina. A trompa atua como um exaustor e tenta aspirar o óvulo, que não é dotado de movimento próprio. Com toda essa cooperação motora e orientadora, ainda assim o óvulo de vez em quando se perde e fica vagueando pela cavidade abdominal, onde, em casos raros, pode ser fecundado. Além disso, sabe-se que se uma mulher for dotada apenas do ovário esquerdo e trompa da direita, ou vice-versa, o óvulo contornará misteriosamente o útero, para penetrar na trompa do lado oposto. Os ovários em geral produzem óvulos alternadamente, mas nem sempre. E se um dos ovários for extirpado, a mulher continuará a menstruar todo mês, porque o ovário remanescente assumirá as funções do outro.

O ESPERMATOZÓIDE - Quando no orgasmo sobrevêm a ejaculação, o homem inocula na mulher de 2 a 5 centímetros cúbicos de esperma. Cada centímetro cúbico contém aproximadamente de 100 a 200 milhões de espermatozóides, às vezes mais, e cada espermatozóide mede em torno de 2,7 milésimos de milímetro. Ejaculados na vagina, lago seminal e alguns diretamente no canal do colo do útero, dezenas ou centenas de milhões de espermatozóides procuram sair do inóspito meio ácido da vagina, em rápidos movimentos ondulatórios de sua longa cauda. É a maior competição natatória do mundo. À velocidade média de 2 a 3 milímetros por minuto, os espermatozóides nadam até o colo do útero, transpõem o canal cervical, penetram no útero, nadam pelos líqüidos da parede uterina até a entrada da trompa e atravessam-na quase toda para interceptar o óvulo no terço externo do conduto, ou seja a região ampular, próxima do pavilhão da trompa. Todo o trajeto é feito em pouco mais de uma hora. Isso equivaleria ao esforço de um nadador que percorresse 1800 metros por minuto, numa extensão comparável à da travessia do Canal da Mancha. E de mergulho, porque os espermatozóides carregam consigo o próprio oxigênio. E mais: contra a corrente, na maior parte do trajeto.

Finalmente, atraídos por uma substância química que o óvulo libera, poucos destes espermatozóides chegam até ele, pois durante o trajeto, alguns morrem por serem mais fracos, outros perdem-se e muitos outros são mortos pelas células assassinas do sistemas imunológico da mãe, cuja função é destruir qualquer corpo estranho existente em seu organismo. Trabalhando em conjunto, os espermatozóides (alguns já dentro da zona pelúcida) começam a secretar uma enzima, cujo o efeito é romper a membrana protetora do óvulo, que se configura imenso: 85 mil vezes maior que eles.

Após um árduo trabalho, apenas um espermatozóide penetra o óvulo (o processo de penetração leva cerca de 20 minutos) e neste exato momento, uma contra-ordem elétrica se produz na membrana situada por baixo da zona pelúcida, que se fecha, impedindo a entrada de qualquer outro. Os que ficaram encravados na zona pelúcida ou na trompa, morrerão ao cabo de algumas horas. No momento da penetração, a cabeça do espermatozóide mergulha no óvulo. Mas a cauda, aquele precioso instrumento de locomoção, fica de fora. Já dentro do óvulo, a cabeça aumenta em quatro vezes seu tamanho original, abre-se e libera o núcleo que traz toda a bagagem genética do pai. Uma vez liberado, ele vai de encontro ao núcleo do óvulo, que possui a bagagem genética da mãe. No momento do encontro, os dois núcleos fundem-se e é produzido o amálgama cromossômico. O óvulo deixa de ser o que era e passa a se chamar "ovo" ou "célula-ovo" e o núcleo do espermatozóide deixa de existir. Podemos dizer que neste instante, nasce um novo ser.

Uma das coisas mais importantes que acontece durante a fusão dos núcleos é a definição do sexo deste novo ser. Tanto o núcleo do óvulo como o núcleo do espermatozóide carregam no seu interior 23 cromossomos, bastões microscópicos com todas as características biológicas. Da fusão dos dois núcleos resultam 46 cromossomos, dispostos em pares. Mas o último par é que irá definir o sexo do embrião: se for XX será uma menina; se for XY, um menino. O núcleo do óvulo é sempre portador de cromossomos X. Portanto, quem determina o sexo é o núcleo do espermatozóide: 50% dos espermatozóides carrega, em seu núcleo, um cromossomo X, os outros 50%, um Y. Assim, as chances de conceber uma menina ou um menino, são absolutamente iguais. (clique aqui para ver uma ilustração)

A CAMINHO DO ÚTERO - Aproximadamente vinte horas depois da fusão, ocorre a primeira divisão celular e a partir daí, a cada doze ou quinze horas, ocorre uma nova divisão. As células vão se dividindo exponencialmente: serão quatro, depois oito, dezesseis, trinta e duas e assim por diante. Este estágio é conhecido pelo nome de mórula. Enquanto ocorre essa divisão, o ovo caminha em direção ao útero guiado pelos cílios da trompa. Este tempo de percurso dentro da trompa é muito crítico, pois o novo ser, também está exposto aos ataques do sistema imunológico da mãe. Pesquisas revelam que um em cada três óvulos fecundados não evoluem para uma gravidez, isto é, ela não pega e o ovo é espontaneamente expulso durante as duas primeiras semanas, antes mesmo do atraso das regras. Inúmeras vezes isso passa despercebido para a mulher. A menstruação ocorre, podendo atrasar alguns dias e costuma ser mais abundante que o normal. Este abortamento natural poderia ser um mecanismo natural de defesa da nossa espécie, para impedir nascimentos de crianças prejudicadas por irregularidades na divisão celular, como por outros problemas com o ovo.

NIDAÇÃO - Dias após a fusão, o ovo, com as células ainda em multiplicação, faz sua descida ao útero e começa a procurar um lugar para se fixar. Nessa altura, um hormônio ovariano, a progesterona, já terá preparado o endométrio para alimentar o ovo, mediante suprimento adicional de glicogênio e outras substâncias nutritivas. Sem isso, dificilmente o embrião "vinga". Acontece às vezes de o óvulo fecundado acomodar-se na mucosa da trompa, e não na do útero. Ou mesmo, em casos raríssimos, em alças intestinais e outras mucosas. São casos patológicos (gravidez ectópica), em geral muito graves, por ameaçarem a vida da mãe. Normalmente, dentro do útero, o ovo se transforma numa bolha sólida cheia de líqüido. Por dentro desse globo, num dos pólos, aglomera-se um tipo especial de células, numa protuberância interna semelhante ao umbigo de uma laranja-bahia (do tamanho de uma cabeça de fósforo, porém). O ovo agora se chama blastocisto (blasto = que vai gerar algo; cisto = cavidade). Mais tarde, a parede do blastocisto, chamada trofoblasto, irá dar origem à placenta. A massa polar de células dará origem ao embrião. Quando o blastocisto finalmente faz contato com o endométrio, as células do trofoblasto atacam vigorosamente as células endometriais e as vão destruindo. Os elementos constituintes das células do endométrio servem para alimentar o blastocisto nesse estágio, que ataca tudo vorazmente, inclusive microscópicos vasos capilares da região. E o sangue da mãe começa a alimentar o filho. O blastocisto prossegue perfurando o endométrio, cava nele um verdadeiro ninho (de onde o nome nidação para o processo). O rompimento dos vasos forma lagunas de sangue que alimentam o blastocisto. O endométrio começa a transformar-se, num processo que se irradia circularmente do ponto em que o trofoblasto ataca, em geral a região mais alta do útero, mas nem sempre.

Em torno do sétimo ao décimo dia após a fusão o blastocisto fixa-se ao endométrio (momento culminante da nidação) e, finalmente, entra em contato com a mãe. Após a fixação do blastocisto, começa a formar-se o embrião, que toma esse nome três semanas depois da fusão. O endométrio recobre o blastocisto e forma em torno dele uma cápsula de tecido modificado. A modificação do endométrio chama-se reação decidual, porque o tecido endometrial se transforma em decídua ("que desce", ou cai), a ser expulsa no parto. A cápsula vai crescendo, dentro do útero, com o embrião dentro dela. É importante notar, portanto, que o embrião não se desenvolve dentro da cavidade normal do útero, mas dentro de uma cápsula hermética que, ao crescer, acaba por ocupar toda a cavidade uterina e dilatá-la. A razão disso é a necessidade de proteger o embrião ou feto contra qualquer contato direto com o exterior. Isso não aconteceria se o processo decorresse dentro da cavidade normal, que se comunica com a vagina através do canal do colo do útero.

O endométrio transforma-se em três tipos de decídua: (veja nestas fotos) a parietal que é a que continua a revestir internamente o útero nas partes ainda não atingidas pela cápsula onde se aloja o embrião; a decídua capsular, que envolve a cápsula; e a decídua basal (de base), que fica por baixo dela. O trofoblasto primitivo regride na decídua capsular e forma uma camada lisa por baixo dela, o cório careca. Junto à decídua basal, o trofoblasto se transforma em cório frondoso, de onde se originará a parte fetal da placenta. A decídua basal, par baixo do cório frondoso, dará origem à parte materna da placenta.

O âmnio é uma cavidade que existe primitivamente junto ao dorso do embrião, por baixo do trofoblasto. Ao crescer, acaba por envolver totalmente o embrião e, quando adere ao cório careca, que o reveste, forma a parede do saco córioamniótico, conhecido popularmente como bolsa d'água, que em geral se rompe na iminência do parto. A cápsula recoberta pela decídua parietal vai crescendo e ocupando uma porção cada vez maior da cavidade uterina, mas levará muitas semanas até ocupá-la totalmente.

Um aspecto importante de todo o processo de nidação é que o embrião está a salvo de contrações uterinas que poderiam resultar do ataque ao endométrio. O que o protege contra os movimentos, que poderiam expulsá-lo, é a ação da progesterona, secretada pelo corpo lúteo, a principio, e pela placenta depois. A progesterona inibe a contração das fibras musculares uterinas e contribui assim para maior segurança da gravidez.

Vídeo que ilustra as explicações acima: http://www.planetabebe.com.br/contents/fecundacao/animacao/fecanim.htm

Fonte: Planeta Bebê


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Comentários
re: estou tentando engravidar
Oi Adilene, é importante que vc faça um controle de ovulação junto com a medicação, pra avaliar se está dando resultado. Espero q dê tudo certo, bj, Alê
Escrito por: | 26/01 14:06

re: nao consigo engravidar
Exames hormonais: FSH, LH, prolactina, estradiol, TSH, T3, T4 e progesterona antes e após o período fértil. Um ultrassom no período fértil tb é importante. Bj, Alê
Escrito por: | 26/01 13:35

estou tentando engravidar
estou tentando engravidar novamente mais tenho muita dificuldade . Na primeira fiz uma videolaparoscopia e emgravidei 3mese depois e agora tou tentando novamente minha medica passou uma medicacao pra tomar para estimular a ovulacao pois tenho dificulde de ovular durante 6meses ja tem 3 e ainda nada mais ainda nao perdi as esperancas nao voou continuar tentando.
Escrito por: ADILENE SILVA | 26/01 13:28

nao consigo engravidar
obrigada! Como é o exame para saber sobre minha ovulação, é complicado??
Escrito por: Líva | 26/01 10:47

re: nao consigo engravidar
Oi querida, olha a histero não desregula o ciclo, possivelmente é coincidência, mas se tua menstruação está irregular sinal que há alguma problema. É super importante confirmar se vc está ovulando regularmente e se após a ovulação vc tem uma boa taxa hormonal pra possibilitar uma fecundação, já que me parece que vcs já fizeram vários exames. Eu acho importante que vc avalie com teu médico logo que possível. Qnto a chances de gravidez após a histero, é bem comum mulheres conseguirem em até 3 ciclos, quando não há nenhum outro problema aparente, pois a histero faz uma limpeza interna e pode resolver pequenas obstruções. Bjs, Alê
Escrito por: | 26/01 10:15

nao consigo engravidar
desde já agradeço a atenção! tenho 27 anos e eu marido 30 anos. fiz os exames de sangue de laboratório assim que decidimos engravidar. após mais ou menos tres meses retornamos ao médico e foi quando ele pediu o espermograma ao meu marido e a histerosalpinografia pra mim, ambos os exames deram ok. agora em janeiro ele pediu que eu retornasse para fazer novos exames, acho que seria para ver sobre a minha ovulação. tento calcular meu período fértil, temos relação direto, mas nada acontece e o pior é que agora a minha menstruação está desregulada, está vindo 2, 3 dias antes do mes anterior. e isso está acontecendo depois que fiz a histerosalpinografia. o que eu devo fazer, esperar até março quando completamos um ano de tentativa ou ir já?? me disseram que após a histerosalpinografia facilita a mulher engravidar, geralmente em tres meses, é verdade? O que eu devo fazer?? obrigada
Escrito por: Lívia | 25/01 21:27

re: nao consigo engravidar
Oi Livia, vc já fez exames hormonais e o médico já confirmou que vc ovula normalmente? Vc tem um ciclo regulado? Teu marido já fez espermograma? Qual a idade de vcs? Desculpe, tantas perguntas, mas é pra eu entender melhor e conseguir te ajudar mais corretamente possível. Bjs, Alê
Escrito por: | 25/01 15:02

nao consigo engravidar
quando decidimos engravidar fomos ao ginecologista para fazermos os exames básicos, que deram tudo bem. após 5 meses retornamos porque nada aconteceu. o medico me pediu uma histerosalpinografia com 5 meses de tentativa e também estava tudo certo. me deu um prazo de mais 4 meses para retornar se nao tiver engravidado. acontece que este prazo já deu agora em janeiro, mas estou com medo de retornar e ter que fazer novos exames complicado... o que eu devo fazer??? completo um ano de tentativas em março. obrigada
Escrito por: Lívia | 25/01 12:22



Escrito por: | 14/09 12:06

Re:
Oi amiga, faz assim, conta 15 dias da tua ultra, se não descer é hora de fazer o teste. Vou ficar torcendo, manda notícias. Bj, Alê
Escrito por: | 10/09 9:10


Amiga depois de td isso qdo vc acha q posso repetir um Teste? nada da dita bjim
Escrito por: Alynne | 10/09 8:24


então amiga essa foi uma nova GO q eu fui ai ela repetiu todos os exames e graças a Deus td normal incluindo o da prolactina oba!!! E a ultra q deu td isso ai. La na GO da ultra eu achei bem legal ela foi me esplicando e outra ela tava vendo nhe c/ doupler hehe!!! Então vou aguardar uns 15 dias como ela mesma disse...caso eu tenha realmente ovulado semana passada rsrs bjão e valeu pela força ébom a gente ouvir coisas boas qq coisa se quiser me dar mais dicas!!!
Escrito por: Alynne | 05/09 16:57

re: Vamos lá
Oi querida, vc ovulou sim, olha para ser bem sincera eu procurava uma outra médica, pois uma médica q tem uma laudo de ultra dizendo que tem corpo lúteo e diz q vc não ovulou, olha não entende nada, nossa. Teu endométrio tb está ótimo. Os ovários estarem aumentados é normal nessa fase, ainda mais se vc tem microcistos, mas nada pra se preocupar. Bj, Alê
Escrito por: | 05/09 10:01


Eskeci de falar q observa-se corpo lúteo medindo 22.7x 18.4 mm de diâmetro. Ahh e a GO q olhou os papeis falou q estava assim pq o corpo lúteo prepara p/ ovular, sendo q a outra falou q eu ovulei, pois a presença é de eu ovulei aff ñ sei em quem acreditar o jeito é esperar.
Escrito por: Alynne | 05/09 9:29

Vamos lá
Amiga esta assim no resultado... Eco endometrial medindo 9,7mm de espessura e textura ecográfica ecogênica, compatível com a fase secretora. Ai lá na discrição do ovário direito ... A análise dopler... do corpo lúteo mostra padrão de ondas do tipo 6, com alto metabolismo local e baixa resistência vascular aff ñ entendo nada. Corpo lúteo ovariano direito, corpo lúteo padrão normal. Ah meus ovários estão c/ volume aumentados sendo q eu nem induzi nem nada. O Direit. volume de 14,7ml eo esquerdo 14,8ml. Amiga eu sou magra e dá ate pra ver o lombinho q esta nos meus ovários. Bom a GO da ultrassom falou q eu ovulei no final de semana passada, sendo q a Go q olhou os papeis falou q eu nem ia ovular pq meus ovários estão cheios de cistos. Ai qdo eu falei p/ ela o q a outra GO disse ela falou ... é deve seer pq lá ela viu alguma coisa aff q contradição. O q vc acha amiga. Q eu ovulei ou ñ? hehe desculpe o testamento...
Escrito por: Alynne | 05/09 9:19

Re: Presença de corpo lúteo?
Amiga, o corpo lúteo indica que vc ovulou, ele se forma com a ovulação. Possivelmente vc teve uma ovulação mais tardia, por isso teu ciclo atrasou. Mas o médico disse qual q espessura do teu endométrio?  bj, Alê
Escrito por: | 04/09 10:55

Presença de corpo lúteo?
olá amiga, pois bem depois desse tempo todo de atraso relembrando minha m... atrasada UDM 15/07 fiz uma consulta e ultrassom. Na ultra a GO falou da presença de "corpo lúteo" e q meus ovários estão aumentados aff conculsão de micropolicísticos aff ja to cansada de saber, mas na real ñ entendi bem isso de corpo lúteo nunca vi isso nas ultras? Será q ovulei ou vou ovula? Vc pode me ajudar? bjim
Escrito por: Alynne | 04/09 10:16




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