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[30/01 11:05]
Cuidados com o bebê no verão!

No verão, é importante alguns cuidados com os bebês, tanto na alimentação, hidratação, cuidados com a pele e viagens, então segue algumas dicas:

A temporada de verão traz junto com o calor, incômodo para as crianças. Mas, com alguns cuidados você pode minimizar os efeitos do calor e da umidade na saúde de seu filho. A pele das crianças, principalmente a dos recém-nascidos, por ser mais fina e sensível exige procedimentos diferentes dos que são dispensados aos adultos nesta época do ano.

Mais suscetíveis às alterações como frio, vento ou sol, a pele do bebê fica avermelhada ou descama com mais facilidade. Até os primeiros seis meses de vida, deve-se evitar o uso de produtos na pele do bebê, não se recomenda, inclusive, o uso de filtro solar. Por isso, o bebê não pode ficar exposto ao sol entre às 10 e 16 horas (11h às 17h no horário de verão). Não esqueça de proteger a cabecinha dele com boné e de colocar roupas leves, de preferência de algodão e sem adereços ásperos.

O calor, o suor e a maior quantidade de insetos no verão podem provocar alergias e até algumas doenças bacterianas, veja as mais comuns:

 

BROTOEJA

Provocadas pela dificuldade de eliminação do suor, as bolhas e bolinhas avermelhadas são o resultado da obstrução parcial dos dutos sudoríparos. Além do calor intenso do verão, as brotoejas podem ser desencadeadas após um quadro febril ou pelo uso de cremes hidratantes ou filtros solares muito viscosos. Elas atingem principalmente o tórax, a face, o pescoço e as costas e coçam muito. Para tratá-las, recomenda-se o uso de roupas mais arejadas e de algodão, ventilar o quarto da criança e banhá-la com mais frequência, de preferência com água morna. Evite mais de um banho por dia com sabonetes, pois a remoção excessiva da oleosidade da pele deixa-a mais vulnerável às infecções. Não deixe de procurar um pediatra para fazer o tratamento adequado.

 

ESTRÓFULO

Processo alérgico provocado por hipersensibilidade à picada de insetos, principalmente pernilongos formigas e pulgas. Algumas horas após a picada do inseto, surgem bolinhas vermelhas pequenas, com bolhas sobre elas. Coçam muito e podem ficar espalhadas ou agrupadas, geralmente na cintura, nas pernas e nos braços. Cada bolinha não corresponde necessariamente a uma picada de inseto, pois se trata de hipersensibilidade à distância. As bolhas tendem a aumentar e a serem infectadas secundareamente por bactérias. O estrófulo pode aparecer em qualquer idade, mas é mais comum entre dois e sete anos de idade. Para diminuir a coceira e o processo alérgico-inflamatório, consulte um pediatra para seguir o tratamento mais adequado para seu filho. Procure proteger a criança dos insetos, se certificando de que no quarto que ela vai dormir não há mosquitos e pernilongos, use mosqueteiro e evite passear em lugares próximos a matas e florestas.

Fonte: Portal Nacional de Saúde – Unimed do Brasil
 

1. Posso dar banho de mar?

Até os 3 meses de idade, a imunidade dos pequenos é menor, portanto, até que a criança ultrapasse esse limite, os médicos não recomendam que ela seja exposta à água salgada por uma questão de prevenção. Além disso, nesta idade, o bebê não gosta de água fria e o contato com o mar é desconfortável para ele.

A idade ideal para isso é a partir dos 6 meses, desde que os pais se certifiquem da qualidade da água e da limpeza da praia. Quando a criança começa a andar, ela também desenvolve o gosto pela brincadeira com o vai e vem das ondas. É nessa época que o bebê tolera melhor a água fria e começa a criar uma relação com o mar.

 

2. Posso colocar o bebê sentado diretamente na areia?

A areia não é muito agradável para o bebê, que se incomoda com os grãos, que se grudam facilmente em sua pele. A criança gosta do que é confortável para ela e, quando muito pequena, a areia definitivamente não é. Além disso, se muito novo, existe o risco de ele pegar alguma infecção. Portanto, é preferível que os pais o protejam com uma toalha, esteira ou canga.

Quando já senta sozinho e explora, à sua maneira, o ambiente, o bebê pode ter um contato maior com a areia.

 

3. Qual o melhor horário para ir à praia?

A melhor hora é sempre até as 10 horas e após as 16 horas. Nas cidades em que vigora o horário de verão, a atenção deve ser redobrada e o limite passa a ser até 9 horas e após as 17 horas.

 

4. Posso passar protetor solar?

O sol da manhã e do final da tarde não necessita do uso de filtro solar. É preciso apenas que o bebê seja protegido com um chapéu e uma sombrinha. As crianças até 1 ano de idade não devem tomar sol fora desses horários, no entanto, em casos muito excepcionais, em que não há como evitar a exposição, os pais podem passar protetor solar de fator 20 a 30 no bebê com mais de 6 meses. Já a criança de 1 ano de idade em diante deve fazer uso do protetor solar sempre que se expuser ao sol.

 

5. O bebê pode ter alergia de sol?

É muito raro o bebê desenvolver esse tipo de alergia. O que costuma acontecer – e os pais associam ao sol – é o aparecimento de bolinhas vermelhas pelo corpo da criança. Isso ocorre devido ao suor.

Para resolver o problema, a mãe pode adicionar uma colher de maisena em 1 litro de água fervida. Quando a mistura estiver morna, use-a para enxaguar o bebê. Isso refresca e faz desaparecer as bolinhas.

 

6. Preciso agasalhá-lo mesmo nos dias quentes?

Não. Essa é uma crença muito comum e equivocada. A criança sente frio e calor da mesma forma que nós. Dessa maneira, nos dias quentes, é recomendável que o bebê use roupas frescas e confortáveis. Também não há problema algum em deixá-lo apenas de fralda durante o dia. Isso evita, inclusive, o aparecimento de bolinhas vermelhas. A criança só deve ser agasalhada no verão se os pés e as mãos estiverem frios.

 

7. No verão, tudo bem se eu der mais de um banho no bebê?

Sim. Você pode fazer isso quantas vezes quiser, embora não haja a necessidade. Mesmo durante o verão, um banho diário é suficiente. Porém, se o bebê estiver suado ou muito molhado e os pais quiserem refrescá-lo, não há problema algum.

O que vale ressaltar é que, assim como não é recomendável dar banho muito quente no inverno, também não se deve colocar a criança na água gelada no verão. Ela tem de estar sempre morna. Para verificar se a temperatura está ideal, uma dica é encostar o dorso da mão na água. Se estiver confortável, sinal verde para banhar o pequeno.

 

8. Posso dar água de coco?

Crianças acima de 1 ano podem beber água de coco com os cuidados higiênicos habituais. Por ser uma bebida calórica, rica em sais minerais, os médicos sugerem moderação.

 

9. E picolé, pode?

Só ofereça picolé para o seu filho se for de um fabricante conhecido. Esse cuidado garante um produto seguro, com processo de manuseio higiênico. No entanto, evite oferecer sorvetes para crianças menores de 1 ano. Isso porque eles são ricos em gordura, açúcares e alguns corantes. O ideal é optar pelos de fruta e no máximo um por dia.

 

10. Posso dar comida vendida na praia para ele?

O principio de higiene deve prevalecer sempre. O milho cozido, por exemplo, pode ser oferecido desde que se restrinja o sal e não se coloque a manteiga. Agora, camarão, jamais. Frutos do mar apresentam dois problemas: causam com frequência alergias e problemas de intoxicação. Aliás, o consumo de frutos do mar não é indicado para menores de 3 anos. O ideal, quando for à praia, é levar frutas frescas para os bebês maiores de 6 meses e oferecer água mineral regularmente (após e entre as refeições).

Fonte: http://bebe.abril.com.br/materia/cuidados-com-o-bebe-no-verao

Para Viajar

Inclua na bagagem: Os itens básicos que não podem faltar na mala de viagem são álcool gel, protetor solar (de preferência FPS 15 ou maior) contra raios UVA e UVB, creme hidratante, repelente de insetos a base de DEET, água mineral, frutas e lanches, brinquedos, mamadeira ou copinho com válvula, lenços umedecidos, colherzinha, fraldas de pano, fraldas descartáveis e pomada contra assaduras.  Não conte com a sorte: nem sempre você os encontrará no seu local de destino.  E, sem eles, pequenos contratempos, como uma picada de inseto, podem acabar com sua viagem.

De carro, ônibus ou avião, o trajeto deve contemplar: Uso de assentos de segurança adequados para a idade, sendo que as crianças pequenas, geralmente, podem se sentir incomodadas com o uso cinto por longas horas. Uma boa dica é distraí-las com jogos e brincadeiras. ''Planeje paradas durante o trajeto a cada duas horas, por dez minutos ao menos, para o relaxamento corporal'', sugere Giaccio. Os alimentos oferecidos devem ser preferencialmente líquidos, dados de forma fracionada, isto é, pequenas quantidades em vários momentos. Nas longas viagens de carro, o ar quente e seco da estrada (e até mesmo o ar condicionado do carro) faz com que as bochechas das crianças fiquem rosadas e ressecadas, por isso, a sugestão é aplicar creme hidratante com frequência. Atenção: Nunca deixe uma criança sozinha no carro, nem mesmo por um minuto.

A viagem de avião também requer cuidados: Para ter um pouco mais de conforto, reserve lugar na primeira fileira, que comumente possui espaço maior. Desta forma, é possível evitar o incômodo a outros passageiros do vôo, por conta de, por exemplo, choro de bebê. Como a subida ou a descida do avião pode provocar dor de ouvido, encoraje o bebê a mamar ou a sugar uma mamadeira neste momento. Já para as crianças, pode ser uma boa saída oferecer chiclete ou líquidos com canudo. Em viagens internacionais com fusos horários diferentes, comece a ajustar o horário de sono do seu bebê com dois a três dias de antecedência. 

Alimentação: Procure manter a mesma rotina dos alimentos que você dispõe no dia a dia para o seu filho. ?Geralmente, quem viaja tem dificuldade de encontrar os mesmos alimentos que consome em casa, portanto, garanta o bem-estar da sua criança e leve o mesmo leite em pó e, se possível, a mesma água mineral para preparar a mamadeira?, recomenda o pediatra. Prefira sempre as frutas descascadas na hora, pois além de serem alimentos ricos em água, são de fácil digestão e de rápido preparo. Em viagens curtas, prefira levar de casa um lanche, que é sempre o mais seguro. Evite opções que necessitem refrigeração, pois são as mais facilmente perecíveis. Todos os alimentos devem ser bem cozidos e servidos quentes. Para os bebês, a amamentação é a melhor maneira de reduzir os riscos de doenças transmitidas pelos alimentos ou pela água. E ainda: ofereça muito líquido.

Exposição solar: Evitar os horários de calor excessivo é regra primordial. Deve-se ainda aplicar protetor solar adequado nas crianças meia hora antes de sair dos locais e reaplicá-lo após transpiração e exposição à água. De preferência, coloque bonés ou chapeuzinhos de aba larga, assim como óculos escuros. Já os bebês precisam de proteção extra contra o sol por causa de sua pele mais fina e sensível, deste modo, sempre os mantenha nas sombras e com roupinhas leves de algodão, que cubram o corpo todo.


Segurança: Como as casas de veraneio ficam muito tempo fechadas e costumam acumular bolor, o que pode desencadear uma crise de bronquite, é sempre conveniente mantê-las arejadas. Se a acomodação for em hotel, certifique-se de que o local possua quartos seguros, com dedetização adequada, carpete higienizado e escadas ou varandas com proteção. É interessante saber se o hotel usa pesticidas e herbicidas adequadamente em seus jardins, já que o contato com a grama pode desencadear crises de rinite em crianças com predisposição a alergias. Além disso, aranhas e insetos podem se esconder no quarto ou entre as roupas, por isso, não esqueça de utilizar telas e repelente de insetos a base de DEET, reaplicando a cada duas ou três horas. Não permita que bebês brinquem na areia ou na terra, áreas que possuem acúmulo de germes e cáusticos, como os coliformes fecais, produtos químicos e até larvas e parasitas. E mais: em locais com muitas pessoas, como nas praias lotadas, sempre que possível coloque pulseirinha de identificação no seu filho com nome e telefone para contato.


Fonte: http://bemzen.uol.com.br/noticias/ver/2012/01/19/3120-ferias-de-verao 

E mais: O 1o Verão do Bebê - Manual de Instruções http://anunes.e-familyblog.com/note/10988


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